terça-feira, 10 de agosto de 2010

FABÚLAS

O GATO E A RAPOSA


Certa vez, um Gato e uma Raposa resolveram viajar juntos. Ao longo do caminho, enquanto caçavam para se manter, um rato aqui, uma galinha ali, entre uma mordida e outra, conversavam sobre as coisas da vida.

E, como sempre acontece entre companheiros, especialmente numa longa jornada, a conversa entre eles logo se torna uma espécie de disputa de Egos. E os ânimos se exaltam quando cada um trata de promover e defender suas qualidade pessoais.

Pergunta então a Raposa ao Gato:

“Acho que você se acha muito esperto não? Você deve até achar que sabe mais do que eu. Sim, porque eu conheço tantos truques que nem sou capaz de contá-los!”

“Bem,” retruca o Gato, “Admito que conheço apenas um truque, mas este, deve valer mais que todos os seus!”


Nesse momento, eles escutam, ali perto, o apito de um caçador e sua matilha de cães que se aproximam. O Gato deu um salto e subiu na árvore se ocultando entre as folhas.

“Este é meu truque," ele disse à Raposa. “Agora deixe-me ver do que você é capaz.”

Mas, a Raposa tinha tantos planos para escapar que não sabia qual deles escolher. Ela correu para um lado e outro, e os cachorros em seu encalço. Ela duplicou suas pegadas tentando despistá-los; ela aumentou sua velocidade, se escondeu em dezenas de tocas, mas foi tudo em vão. Logo ela foi alcançada pelo cães, e então, toda sua arrogância e truques se mostraram inúteis.

Moral: O Bom senso é sempre mais valoroso que a astúcia.


(ESOPO)

sábado, 7 de agosto de 2010

ATIVIDADE 5-2




ATIVIDADE 5-2
SÍNTESE DO PROJETO COPA 2010.

A Cerimônia de abertura da Copa do Mundo foi realizada em 10 de junho na cidade sul-africana de Joanesburgo, especificamente na província de Soweto, tendo a assistência de mais de 91.000 presentes no Soccer City, e de milhões que acompanhavam pela transmissão ao vivo dos canais de TV em todo mundo. O mega evento teve a presença de autoridades desportivas e politicas, que incluiram os presidentes norte americano e sul-africano Barack Obama e Jacob Zuma, o ex-lider politico e ex-presidente Nelson Mandela, e o presidente da FIFA, Joseph Blatter. O show contou também com a presença de grandes astros da música internacional, como a banda pop Black Eyed Peas, outros.(Marcia)A organização da Copa do Mundo FIFA de futebol escolheu para a edição de 2010 do evento a música "Waka Waka" (Esto És Afríca, em espanhol; Time for Africa, em inglês), que foi apresentada na cerimônia de abertura, realizada no Soccer City, na província sul-africana de Soweto, pela cantora colombiana Shakira. cantor Somaliano K'naan, os cantores John Legend, e também versão de remixada "Wa conhecida pelo público, por ser também um dos jingles das propagandas da Coca-Cola, patrocinadora oficial da Copa vin' Flag" ("Bandeira ao Vento", em português) do cantor somaliano naturalizado canadense K'naan,conhecida pelo público, por ser também um dos jingles das propagandas da Coca-Cola, patrocinadora oficial da Copa.(Jucemara).Zakumi é um leopardo que foi escolhido para ser o mascote da Copa do Mundo FIFA de 2010, foi criado por Andríes Odendaal, foi apresentado à África do Sul em 22 de setembro de 2008, mas a mascote nasceu em 18 de junho de 1994, dia da juventude na África do Sul. O ano de 1994, representa o nascimento de uma nova nação, com a introdução das eleições democráticas no país. Zakumi tem 16 anos, é um Leopardo de cabelo verde e usa uma blusa branca escrita South Africa 2010 e usa um short verde. As cores verde e amarela de Zakumi representam o uniforme que a África do Sul usou nesta Copa.O código "ZA", representa a África do Sul (Zuid-Afrika, em africâner) e "Kumi", significa o numeral dez (ano da Copa do Mundo), em várias línguas africanas.A palavra "Zakumi", também pode ser entendida como "Vem aqui", em algumas línguas sul-africanas.(Luzia). Jabulani é a bola que foi utilizada na Copa do Mundo FIFA de 2010, realizada na África do Sul. Foi produzida pela Adidas e apresentada em 4 de dezembro de 2009, no sorteio dos grupos do torneio. Jabulani é uma palavra da língua Bantu isiZulu, um dos 11 idiomas oficiais da África do Sul. A bola da Copa 2010 tem apenas oito gomos em formato 3D. Seu design possui traços africanos, misturados numa diversificação de 11 cores - o branco predomina.As cores, de acordo com a Adidas, foram escolhidas para representar os 11 jogadores de cada seleção, os 11 idiomas oficiais da África do Sul e as 11 tribos que formam a população sul-africana.O lançamento oficial da bola aconteceu na Cidade do Cabo, na África Jabulani é uma palavra da língua Bantu isiZulu, um dos 11 idiomas oficiais da África do Sul. A bola da Copa 2010 tem apenas oito gomos em formato 3D. Seu design possui traços africanos, misturados numa diversificação de 11 cores - o branco predomina.As cores, de acordo com a Adidas, foram escolhidas para representar os 11 jogadores de cada seleção, os 11 idiomas oficiais da África do Sul e as 11 tribos que formam a população sul-africana.O lançamento oficial da bola aconteceu na Cidade do Cabo, na África do Sul.(Ercilia). Em 2005 os organizadores liberaram uma lista provisória de treze cidades-sedes a serem usadas para esta Copa do Mundo, a quais foram: Bloemfontein, Cidade do Cabo, Durban, Joanesburgo (duas), Kimberley, Nelspruit, Orkney, Polokwane, Porto Elizabeth, Pretória, e Rustemburgo. Em 17 de março de 2006, a FIFA anunciou oficialmente a lista de sedes da Copa da África do Sul (as capacidades correspondem à última vistoria feita pela FIFA antes do início da competição.(Cleonice). A vuvuzela, conhecida no Brasil como corneta ou cornetão ganharam forte exposição na mídia devido à Copa do Mundo 2010 realizada na África do Sul e a função sonora que exercem para comemorar gols ou durante a partida. A origem do nome é controversa. Pode provir do Zulu "fazer barulho", a partir da "vuvu" som que faz, ou de gírias locais relacionadas à palavra para "chuveiro". A utilização da vuvuzela é característica dos jogos entre grandes equipes de futebol sul-africano como o Kaizer Chiefs e o Orlando Pirates. As vuvuzelas da torcida dos Chiefs são amarelas e vermelhas.(Noemia).A atual campeão do mundo foi a Espanha

ORATO DO CAMPO E O RATO DA CIDADE





O Camundongo da Cidade e o do Campo

"Um camundongo que morava na cidade foi, uma vez, visitar um primo que vivia no campo. Este era um pouco arrogante e espevitado, mas queria muito bem ao primo, de maneira que o recebeu com muita satisfação. Ofereceu-lhe o que tinha de melhor: feijão, toucinho, pão e queijo.

O camundongo da cidade torceu o nariz e disse:


- Não posso entender, primo, como você consegue viver com estes pobres alimentos. Naturalmente, aqui no campo, é difícil obter coisa melhor. Venha comigo e eu lhe mostrarei como se vive na cidade. Depois que passar lá uma semana, você ficará admirado de ter suportado a vida no campo.

Os dois pusseram-se, então, a caminho. Tarde da noite, chegaram à casa do camundongo da cidade.
- Certamente você gostará de tomar um refresco, após esta caminhada, disse ele polidamente ao primo.

Conduziu-o à sala de jantar, onde encontraram os restos de uma grande festa. Puseram-se a comer geléias e bolos deliciosos. De repente, ouviram fosnados e latidos.
- O que é isto? Perguntou, assustado, o camundongo do campo.
- São, simplesmente, os cães da casa, respondeu o da cidade.
- Simplesmente? Não gosto desta música, durante o meu jantar.
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Neste momento, a porta se abriu e apareceram dois enormes cães. Os camundongos tiveram que fugir a toda pressa.

- Adeus, primo, disse o camundongo do campo. Vou voltar para minha casa no campo.
- Já vai tão cedo? perguntou o da cidade.
- Sim, já vou e não pretendo voltar, concluiu o primeiro."

Mais vale o pouco certo, que o muito duvidoso)
(ESOPO)

sexta-feira, 30 de julho de 2010

ARTE COMTEMPORANEA DO MS

É a que se faz hoje. Contemporâneo, é o que pertence ao nosso tempo. Isto não significa que muitos artistas que estão produzindo atualmente o façam com a linguagem do “hoje”. O legado que a Arte Moderna nos deixou é rico o suficiente para ainda influenciar artistas em todo o mundo.
A arte de linguagem contemporânea, como diz o crítico Alberto Beuttenmuller, é aquela que traz as influências características desta época: são as performances, as ocupações de espaço, as instalações,as interferências, a arte virtual. Quase todas efêmeras e circunstanciais.
A pintura, a escultura, gravura e outras técnicas muito usadas na manifestação artística do homem enfrentam hoje o desafio de atualizar-se , de inserir-se nestes tempos de individualizações e de imagens, instantâneas. Superar a riqueza do Periodo Moderno ou introduzir um novo discurso: eis o desafio de fazer arte na contemporaneidade.

Curiosidades da história das artes plásticas de MS
As artes plásticas foi a primeira expressão reverenciada pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), na programação especial de outubro, que comemora os 30 anos de criação do Estado. Depois do sucesso da exposição que foi inaugurada no museu de Arte Contemporânea (Marco), no último dia 2, composta de obras de 30 artistas que representam a trajetória das artes plásticas de Mato Grosso do Sul até os dias atuais, aconteceu ainda no Museu da Imagem e do Som (Mis), uma palestra com o consagrado artista, Humberto Espíndola, primeiro artista do centro-oeste brasileiro que conseguiu projeção nacional. A palestra aconteceu no último dia 4 e conseguiu dar ao público presente um panorama da história e dos artistas do Mato Grosso Uno e depois da divisão.

Humberto Espíndola é um artista de um senso de humor aflorado. Iniciou o evento dizendo que não é um palestrante oficial e que estava mais acostumado é conversar com turmas de crianças nas escolas do Estado. “Eu sempre conto para elas que descobri meu talento, fazendo desenhos com a mangueira d’água, nas paredes do quintal da minha casa. Naquela época, Campo Grande era uma poeira só. As chimbicas levantavam o pó na cidade inteira e o serviço das crianças era limpar o quintal”, disse.

Em 1h20, Humberto contou muitas curiosidades sobre a época de sua infância. Segundo ele, naquele tempo, ninguém estimulava os jovens a fazer carreira artística. Havia muito preconceito. “Ninguém dizia: Olha como ele desenha bem! Vai ser artista! Diziam: Ele vai ser engenheiro!”,observou. Ao contar sobre seu início como artista plástico, lembrou que aos 13 anos foi para São Paulo, capital, para fazer aulas de pintura, pagas por um tio que percebeu seu talento. “Ao entrar na casa do meu mestre, fiquei deslumbrado com todos aqueles quadros que eu via! Ele era aquele típico pintor de boina e barba branca. E sempre perguntava o que eu queria copiar”, afirmou. Neste momento é que teve suas primeiras aulas de perspectiva. E depois de fazer seus desenhos, o professor fazia os retoques e finalizava um quadro totalmente diferente. “Com o tempo não quis mais estudar pintura e a partir daí é que começou a nascer realmente o artista Humberto Espíndola”, explicou. E abriu um parêntesis: “O pior sentimento que um artista pode ter é a vaidade. Achar que sabe tudo. O artista tem que ter auto-crítica. Um trabalho sem auto-crítica, não é nada!”.

Depois que volta de São Paulo, teve a oportunidade de ver a artista Lídia Baís pintar um de seus quadros alegóricos, pois apesar de ser uma mulher reclusa, era gentil e simpatizava com os pais de Humberto. Ele rememorou fatos curiosos sobre a vida de Lídia. “Na época que aconteceu a Semana de Arte Moderna de São Paulo, na década de 1920, Mário de Andrade enviou cartas para a Lídia Baís. Só que naquela época a mulher era muito reprimida. Numa cidade de 17 mil habitantes, como era Campo Grande, onde todo mundo morava em volta da igreja matriz, uma mulher artista era considerada louca. Ela não teve coragem de participar, mas ela poderia ter sido uma Anita Malfatti” lamentou. Ainda de acordo com ele, Lídia tinha pureza de coração e era uma pessoa muito mística. Ele sempre a via quando acompanhava a mãe à missa.

Lídia pintou cerca de 100 quadros. “Ela é principal ícone da nossa cultura. Alguém que sofreu tanto na mocidade, tem que ter sua obra recuperada”, disse Humberto Espíndola.

Após falar sobre Lídia, o artista plástico lembrou de alguns artistas estrangeiros que vieram para Mato Grosso de 1930 a 1950. Muitos vieram para a região trabalhar como fotógrafos e depois tornaram-se pintores. Entre eles estavam os espanhóis Miguel Perez, que montou uma lojinha chamada Fábrica de Quadros na rua Calógeras, e José Hidalgo, que fazia fotografias políticas. Havia também os pintores Antônio Burgos, Mário Bodis e as pintoras Iná Metelo, Hernestina Carmo e Inês Correa da Costa.

Humberto Espíndola contou também sobre a década de 60, época em que foi estudar jornalismo em Curitiba-PR. Na faculdade, estudou história da arte e voltou a pintar, depois de um longo período sem produzir, desde a adolescência. Neste período, o seu lema era escandalizar. Começou a pintar telas de mulheres com grandes olhos, e começou a ser chamado de pintor moderno. Neste momento, é que ele conhece sua futura parceira de trabalho Aline Figueiredo, uma moça rebelde, filha de fazendeiro do Pantanal. Foi ela quem iniciou um movimento cultural em Campo Grande e teve a idéia de fazer a 1ª Exposição dos artistas Mato-Grossenses. Desta exposição, participaram 17 artistas, entre eles: Dalva Maria de Barros, o corumbaense Jorapimo e Ilton Silva “Aline Figueiredo sempre foi uma mulher muito persistente. Para a exposição, ela queria trazer como jurado o diretor do Museu de Arte Moderna de São Paulo (Masp), Pietro Bardi. Só que ele não aceitou o convite. Mas não dando-se por satisfeita, ela foi bater na porta de nada mais nem menos do que o poderoso Assis Chateaubriant, dono do Masp. Ela sabia que ele queria descentralizar a arte brasileira e conseguiu convencê-lo a mandar Bardi para ser jurado da mostra”, contou. Além dele, foram jurados da mostra Parisi Filho e Valdemir Martins. A exposição aconteceu no Rádio Clube. O artista Reginaldo Araújo ficou com o 1° prêmio, seguido de Jorapimo e Dalva Barros.

Mas segundo Humberto, esta história não teve um final muito feliz. O diretor do Masp participou da primeira mostra a contragosto e depois fez duras críticas aos artistas mato-grossenses numa das revistas culturais mais lidas na época. “Esse foi um golpe duro para mim e para a Aline. Só que fizemos um pacto. Iríamos estudar muito para conseguir realmente sermos artistas que conseguissem representar o Mato Grosso nacionalmente. Mato Grosso não existia no cenário nacional. Iríamos começar a escrever a história das artes plásticas do Estado. Depois de 2 anos perseguindo este objetivo é que consegui criar a série de obras que fala sobre a Bovinocultura. Em 1967 ganhei o prêmio no salão de artes plásticas de Brasília tendo conquistado os críticos do Rio de Janeiro e São Paulo. Depois disso, Pietro Bardi até ficou meu "amigo”, comemorou Humberto.

Com o reconhecimento nacional, Aline Figueiredo e Humberto Espíndola fundaram a Associação de artistas plásticos de Mato Grosso que reuniu a primeira leva de artistas plásticos mato-grossenses, nos anos 70. Surgiu nessa época, a conhecida Conceição dos Bugres. Neste momento universidades estavam instalando-se em Mato Grosso, sendo que a Universidade Federal de Mato Grosso fixou-se em Cuiabá. Foi criada então a Associação Mato-grossense de Arte que tinha sua sede na UFMT. Esta associação organizou um museu dentro da universidade que foi um marco para a cultura do Estado. “Esta iniciativa permitiu uma programação cultural e deu início à formação do público cultural de Mato Grosso”, explicou o artista plástico.

Em 1977, ocorre a divisão do Estado e inicia-se um movimento cultural idealizado por Henrique Spengler para buscar-se uma identidade para o Mato Grosso do Sul. “Para encontrar uma identidade, o artista tem é que trabalhar, produzir muito”, observou Humberto. A partir deste movimento aparecem nomes como Jonir Figueiredo, Miska, Lúcia Barbosa, Nelly Martins, Teresinha Neder, Áurea, Ana Ruas, Ana Carla Zahran, Thetis, Lu Sant’ana, Genésio Fernandes, Carlos Nunes, Vânia Pereira, Neide Ono, José Nantes, Fernando Marson, Roberto Marson, Juracy, Cecílio Veria, Isac Saraiva, Elis Regina Nogueira, Irani Brum, Bucker, Heron Zanata e Ovini Rosmarinus, que buscavam a afirmação da arte sul-mato-grossense em diversos salões de arte brasileiros. Humberto Espíndola afirmou que “nos salões são doadas muitas obras, sem critério algum. Tem muita porcaria também, mas as premiações valorizam os artistas e formam a base dos acervos históricos”.

Uma das funções da arte é criticar a sociedade, mostrar o que não querem ver. A arte lê o pensamento de um período histórico. O artista deve refletir seu meio ambiente. A obra tem que ter força social, durabilidade. Humberto apontou Evandro Prado, Douglas Colombelli, Priscila Paula Pessoa e Patrícia Rodrigues como a última geração de artistas que vêm apresentando um trabalho crítico para a sociedade de Mato Grosso do Sul e dão força para a arte Sul-mato-grossense.

Após discorrer sobre a história das artes plásticas, o palestrante falou ainda sobre a influência da arte dos países que fazem fronteira com o Estado. “A arte que se faz hoje nos países fronteiriços tem uma alma semelhante no colorido e na quantidade de elementos.Deveria-se ser feito um projeto cultural no centro da América do Sul, já que existem muitas semelhanças musicais e artísticas entre os povos da região. Na rota cultural entre Assunção, Pedro Ruan Caballero, La Paz e Campo Grande existe um público latente de cerca de 5 milhões de pessoas que não pode ser desprezado. Mas os artistas não olham para o interior e preferem depender do eixo Rio-São Paulo. Devemos criar um circuito interno, encadeado e independente”. Ainda segundo o artista Humberto Espíndola, os artista sul-mato-grossenses acostumaram-se com seu isolamento. E para agravar esta situação, afirmou que existem salas e espaços culturais, mas não existe o financiamento de projetos para a circulação das obras. Mas lembrou da contribuição que o Festival de Inverno de Bonito e o Festival América do Sul vêm dando às artes plásticas ao fazer o intercâmbio e divulgação de artistas.

“Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, atualmente estão empatados na produção de artes plásticas de maneira harmoniosa. O problema da identidade não existe. A gente tem muita coisa a fazer para a composição da arte sul-americana. Temos um papel muito especial na América Latina.


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